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Novembro azul: a importância do estilo de vida saudável

O movimento Novembro Azul vem para reforçar a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de próstata, o tipo de câncer mais comum entre os homens. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse tipo de câncer atinge 1 a cada 8 homens no país e seu percentual de incidência chega a 29,2%.

Ao contrário das mulheres que são encorajadas a visitar o ginecologista regularmente, os homens costumam ir ao médico só quando já estão doentes. Porém, a demora do diagnóstico pode atrasar o tratamento e diminuir as chances de cura.

Apesar de ser considerada uma doença de terceira idade, homens de todas as faixas etárias devem ficar atentos. É preciso dar atenção à saúde preventiva, pois a maioria dos cânceres, incluindo o de próstata, é assintomático em estágio inicial. Dietas ricas em gordura saturada, sedentarismo e tabagismo aumentam a incidência da doença, assim como homens que se expõem a produtos químicos tóxicos. Essas substâncias ajudam a promover mutações nas células da próstata, facilitando o aparecimento de um câncer.

Além das visitas regulares ao urologista, manter hábitos saudáveis – alimentação balanceada, atividade física, boas noites de sono, hidratação – é de suma importância para evitar diversos tipos de doenças e prevenir o câncer de próstata. Ainda, podemos incluir para a saúde geral do homem uma alimentação mais natural, rica em legumes, frutas e vegetais verdes. Alimentos industrializados e processados, assim como o excesso de açúcar devem ser evitados.

Por fim, a prática de exercícios físicos também é fundamental para o bom funcionamento do organismo, pois diminuem processos de inflamação celular, aumentam a atuação dos mecanismos antioxidantes e estimulam a função imunológica do organismo. O exame de toque e PSA aumenta a chance do diagnóstico precoce e tem mais de 90% de chances de cura se o tumor for localizado. O mês de novembro deve ser uma ferramenta para desmistificar o preconceito em relação ao exame e para que homens visitem médicos regularmente, não só quando uma doença aparece.

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A importância do filtro solar para a saúde da pele.

Além de ser indispensável para o cuidado diário da pele, o filtro solar também pode oferecer diversos outros benefícios estéticos. A exposição solar é a principal causa do ressecamento da pele, que resulta na desidratação, flacidez e no surgimento de linhas de expressão, além de manchas, pintas e sardas.


Como muitos já sabem, o protetor solar é muito importante para a prevenção de doenças de pele. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), grande parte dos tumores malignos registrados no Brasil estão relacionados ao câncer de pele, causado, muitas vezes, por conta da exposição aos raios ultravioletas.


O uso do protetor também reduz o surgimento de manchinhas na nossa pele. Essas manchas são um dos primeiros sinais de alerta de que nosso corpo está sendo exposto ao sol excessivamente já que elas significam que a proteção não está sendo feita de forma correta.


Embora o envelhecimento seja um processo natural, os raios ultravioletas aceleram esse processo, pois prejudicam a produção natural de colágeno. Com o uso correto do protetor solar facial, isso não só acontece como você também garante a hidratação e a saúde da sua pele.


Como podemos observar, adicionar o filtro solar à lista de cuidados com a pele é o primeiro passo para manter a pele protegida. Mas escolher o produto certo também é primordial para evitar problemas como espinhas, cravos e ressecamento, pois cada tipo de pele requer produtos especiais.


Para uma pele oleosa, por exemplo, é preferível utilizar um filtro solar livre de óleos e de rápida absorção. Para peles mais secas, os produtos em cremes ou loções são mais indicados. Já para peles sensíveis, a composição do protetor deve ser livre de ingredientes que possam causar irritações e alergias.

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Mitos e verdades sobre o vitiligo

O vitiligo é uma doença autoimune que provoca, como sintoma, manchas brancas na pele, que se não forem tratadas, crescem e se espalham pelo corpo. Apesar de atingir milhões de brasileiros e não ser mais tão incomum para as pessoas, o vitiligo ainda causa muita curiosidade, estigma e preconceito.

Por isso, reunimos aqui alguns mitos e verdades que rondam a doença para que não se tenha mais dúvidas sobre essa condição.

VERDADEIRO – Existe uma predisposição genética para ter a doença.

O vitiligo é desencadeado por um fator genético, mas isso não quer dizer que ele seja hereditário. É possível ter vitiligo e não ser portador da doença! Então se alguém da sua família teve, pode sim, haver uma predisposição genética. Geralmente, esta condição acontece igualmente entre homens e mulheres e os casos surgem, na maioria das vezes, antes dos 20 anos.

FALSO – Vitiligo é contagioso.

Ao contrário do que muitos pensam o vitiligo não é contagioso. Como abordado no ponto anterior, essa condição é desencadeada por quem já tem uma predisposição genética.

FALSO – É causada por fatores emocionais.

O vitiligo não é caudado, mas pode ser desencadeado. Ele surge após o desaparecimento dos melanócitos, células responsáveis pela melanina (pigmento que dá cor à nossa pele). Acredita-se que esse desaparecimento é referente a um problema crônico e autoimune (células de defesa atacam outras células do próprio corpo).

VERDADEIRO – Quem tem vitiligo pode ter câncer de pele.

A pele de quem tem vitiligo é mais sensível e, por isso, mais propensa a desenvolver doenças de pele como o câncer. Por isso, é importante fazer um acompanhamento com o médico especialista e fazer uso contínuo de protetor solar em todo o corpo.

FALSO – Vitiligo tem cura.

O vitiligo ainda não tem cura mas existem inúmeros tratamentos eficazes que podem ajudar o paciente a conviver, de forma saudável, com as manchas na pele sem ter complicações. Embora cada caso seja um caso, geralmente o tratamento segue por duas linhas: deter a progressão da doença ativa limitando a área envolvida pela despigmentação ou repigmentar as áreas brancas.

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Tipos de manchas na pele

Geralmente, as manchas são fruto de processos inflamatórios como espinhas, queimaduras, exposição solar ou reações causadas pelo uso de algum produto ou remédio. Após lesionar a pele, ela inflama e desencadeia uma série de fatores que estimulam o melanócitocélula responsável pela produção de melanina –, causando assim, a mancha.

Elas ocorrem, principalmente, em peles que têm a melanina mais ativada – como as morenas e negras. Mas você sabia que existem vários tipos diferentes de manchas e que cada uma delas tem um tratamento diferente?

As melanoses são manchas escuras e arredondadas que surgem com o passar dos anos devido à exposição excessiva ao sol sem o uso de protetor solar. O tratamento pode ser feito pelo peeling químico, terapia fotodinâmica, cauterização química, crioterapia, entre outros.

As efélides, mais conhecidas como sardas, manifestam-se na face de crianças ou jovens com fototipos mais claros após a exposição excessiva ao sol, mas elas podem ocorrer em pessoas com fototipos mais morenos, apesar de menos comum. Os cuidados diários incluem uso de protetor solar, para evitar o aparecimento de novas manchas e o escurecimento das mais antigas.

Algumas mulheres podem apresentar uma predisposição genética para desenvolver o melasma que são manchas mais resistentes. Geralmente, quem fica muito exposto ao sol ou à luz visível sem proteção, faz reposição hormonal, toma anticoncepcional oral ou usa DIU com hormônios está mais propenso a apresentar melasma. Apesar de não ter cura, o peeling superficial, o laser Q-switched e o microagulhamento são tratamentos muito eficazes. E claro: o uso de protetor solar para não piorar o quadro é fundamental!

As manchas de pós acnes surgem após o processo inflamatório da acne. No início, são manchas avermelhadas que podem se tornar amarronzadas. Cremes clareadores são utilizados para que haja o clareamento total da mancha. O uso de protetor solar é fundamental para o sucesso do tratamento.

Lembre-se, antes de qualquer tratamento, é fundamental procurar um dermatologista!

 

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O profissional da enfermagem e seus desafios na pandemia

Em meio a pandemia provocada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, a saúde pública entrou em estado de emergência e trouxe inúmeras mudanças significativas na vida da população em todos os âmbitos existentes (social, profissional, acadêmico, econômico, etc).

Nesse contexto, o foco da saúde se altera numa velocidade cada vez maior, trazendo muitas dificuldades para os profissionais da saúde. Os profissionais da assistência em contato direto com os pacientes são protagonistas nessa luta, pois, além da função de prestar assistência, eles possuem alto risco de exposição ao vírus causador da doença.

Os enfermeiros têm sido incansáveis no enfrentamento da pandemia sob condições precárias no país, enfrentando uma debilitação trabalhista, além dos inúmeros obstáculos na área da saúde, como a falta de infraestrutura para atendimento, carência de insumos, jornadas prolongadas, baixa valorização salarial, sobrecarga de trabalho e, consequentemente, a disposição de novos protocolos e fluxos de atendimento.

Mas não é só nas esferas de assistência e gestão que a enfermagem sofre os impactos. Nos cenários das instituições de ensino, por exemplo, todo o corpo docente e estudantil tiveram que readaptar e flexibilizar seus processos de trabalho para manter o ensino, aprendizagem e a produção de conhecimento.

O momento faz com que o mundo reconheça o valor dos profissionais de saúde, do enfermeiro e da enfermagem. O cenário pandêmico evidenciou os mais diversos riscos e problemas enfrentados, dia a dia, pelos enfermeiros. Ainda assim, o compromisso com o cuidado dos pacientes, família e comunidade sempre se mantém prioritário independentemente da situação vivenciada.

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Cuidados com a pele no inverno

Na época de inverno, com as baixas temperaturas e a umidade do ar, nossa transpiração corporal diminui, deixando a pele mais seca. Tanto a pele do rosto quanto a do corpo estão sujeitas ao ressecamento na época de frio, além do aspecto esbranquiçado que ocorre com algumas pessoas devido a desnaturação de proteínas, também ocorrem aquelas famosas lesões nos lábios e outras pequenas lesões devido ao ressecamento.
Além dos pontos acima, também é muito comum que tomemos banhos mais quentes nessa época do ano, o que causa a remoção da oleosidade natural da pele, diminuindo nossa “camada lipídica” que ajuda na retenção de umidade e que proporciona maior hidratação. Mesmo com todos esses impasses da estação, tratar da pele no inverno não é tão difícil quanto parece.
Abaixo nós vamos dar algumas dicas:

1- Evitar banho quente
Os banhos quentes são uma das maiores tentações durante os meses de baixas temperaturas, mas, a água quente demais, além de poder ocasionar queimaduras na pele, também retira toda a sua proteção natural, causando ressecamento. Opte por um banho morno.
2. Diminuir a esfoliação da rotina de Skincare
Como nessa época do ano nossa pele costuma ficar mais seca e sensível, as esfoliações devem ser feitas com cautela, porque podem aumentar o ressecamento e causar alergias.
3. Hidrate a pele com um bom creme hidratante
Como nós do Tegum®️ já explicamos, sempre utilize um produto de qualidade para a pele, no inverno é extremamente necessária utilização de loções hidratantes a base de óleos. Não se esqueça que todas as partes do corpo necessitam de hidratação, ou seja, corpo, rosto e lábios.
E sim Tegum®️ pode ser utilizado nos lábios sem riscos, como um “balm labial”!
4. Não dispense o filtro solar
Embora o sol dê uma trégua no inverno, não podemos abandonar o uso do filtro solar nessa época, afinal, a radiação do sol não desaparece. Então se vai preferir pegar aquele solzinho agradável do inverno, não se esqueça de aplicar o filtro solar pois ainda que seja agradável se expor a ele, as suas agressões continuam.
5. Beba bastante água e mantenha uma boa alimentação
Mesmo com a hidratação que os cremes hidratantes proporcionam, não podemos deixar de consumir uma boa quantidade de água, procure não perder o hábito de manter sempre uma garrafinha ao seu lado, mesmo que a sede não chegue. Afinal, é essencial manter o organismo hidratado.
No inverno, nosso corpo pede mais calorias, e é natural sentirmos vontade de comer alimentos doces e mais pesados, negligenciando as frutas, verduras e legumes. Porém, esse é um erro que não podemos cometer, já que a pele continua necessitando de nutrientes para se manter bonita e saudável.
6. Cuidados com as roupas de inverno
Essa é uma dica extra, principalmente pra nós que vivemos num país tropical e estamos acostumados a deixar os casacos no fundo dos armários. Lembre-se, antes de utilizar aquela roupa que está guardada há um tempão, é importante lavá-la, pois com o tempo pode acumular poeiras ou até mesmo microrganismos que trarão problemas a sua pele.